Curso 3: Desenvolvimento Agêntico | Rodrigo Pinto

Encontro 4

Frameworks de Desenvolvimento Agêntico
“Padrões que escalam”

3 horasFoco Bloom: Avaliar + Criar

Método Tempo para o que Importa

Slide título. Esperar todos entrarem (10 min acomodação). Este é o encontro mais avançado conceitualmente do curso. Energia alta: "Hoje vamos conhecer as receitas que os melhores engenheiros do mundo usam para projetos complexos com agentes."

Abertura — Recap

O que construímos até aqui

E1: O Básico

Claude Code, CLAUDE.md, memory, permissões

E2: Contexto

Context Engineering, skills, slash commands

E3: Agent Teams

Sub-agentes, paralelização, pipelines de verificação

Hoje: os FRAMEWORKS que organizam tudo isso em projetos reais.

10 min. Recap rápido. Perguntar: "Quem já usou agent teams no trabalho desde o E3?" Transição: "Vocês já sabem as peças. Hoje vamos aprender as RECEITAS testadas para montar projetos complexos."

Por que frameworks?

Sem framework

  • Agentes sem direção clara
  • Retrabalho constante
  • Contexto perdido entre sessões
  • Resultado inconsistente
  • "Funciona no meu PC"

Com framework

  • Roles e responsabilidades claras
  • Pipeline previsível e repetível
  • Contexto preservado e estruturado
  • Qualidade consistente
  • Escalável para qualquer projeto
Analogia: "Framework é como uma receita de bolo. Você PODE cozinhar sem receita, mas com receita o resultado é previsível e qualquer pessoa consegue replicar."

Visão Geral

3 Frameworks que vamos explorar

1

BMAD

Orchestrator pattern
Projetos complexos

2

Spec Kit + Super Powers

Spec-driven development
Claude Code avançado

3

Multi-Agent Patterns

Roo Code modes
Biblioteca de padrões

Cada um resolve problemas diferentes. O segredo é saber quando usar qual.

Mapa mental do encontro. "Não existe framework melhor. Existe o mais adequado para o SEU projeto."

Objetivo do Encontro 4

Ao final de hoje, você vai saber:

1. Estruturar projetos complexos com BMAD orchestrator

2. Escrever specs que agentes implementam automaticamente

3. Compor padrões multi-agente para qualquer workflow

Mostrar os 3 objetivos. Cada um será um Ciclo. "Esse é o encontro mais conceitual do curso. Vamos sair com um repertório de padrões para aplicar."
Ciclo 1

BMAD

Build • Measure • Act • Decide

O orchestrator pattern para projetos complexos

Transição para Ciclo 1. Tempo: min 25. "BMAD é um framework criado especificamente para orquestrar agentes em projetos grandes. Pense nele como o maestro de uma orquestra."

O que é o BMAD?

Um sistema de orquestração que divide projetos complexos em fases e roles, com um agente maestro coordenando tudo.

Princípio Central

Nenhum agente faz tudo. Cada agente tem um role específico e o orchestrator decide quem faz o que, quando.

Quando usar?

  • Projeto com +5 arquivos ou componentes
  • Múltiplas fases (design, código, teste)
  • Precisa de rastreabilidade
  • Equipe (ou você) vai manter o código
Explicar o conceito. "Lembram do E3 quando lançamos coder + reviewer? BMAD formaliza isso em um SISTEMA completo com fases bem definidas."

BMAD — As 4 Fases

O ciclo completo

BUILD

Definir escopo, specs,
arquitetura

MEASURE

Implementar, testar,
coletar métricas

ACT

Code review, QA,
correções

DECIDE

Aprovar, iterar,
ou pivotar

O ciclo se repete até o projeto estar completo. Cada fase tem agentes especializados.

Mostrar o pipeline visual. "É como o ciclo PDCA, mas com agentes IA fazendo cada etapa."

BMAD — Roles

Agentes especializados por fase

Orchestrator (Maestro)

Coordena todos os outros. Decide a ordem, distribui tarefas, valida resultados. Sempre ativo.

Analyst

Fase BUILD: analisa requisitos, cria specs, define arquitetura e dependências.

Developer

Fase MEASURE: implementa código seguindo as specs. Escreve testes unitários.

Reviewer + QA

Fase ACT: revisa código, roda testes, valida qualidade. Reporta ao Orchestrator.

Cada role é um sub-agente com system prompt específico. "Lembram das skills do E2? Cada role tem uma skill dedicada que define seu comportamento."

BMAD na prática: estrutura

projeto/

  CLAUDE.md ← instruções do orchestrator

  .bmad/

    roles/ ← analyst.md, developer.md, reviewer.md

    specs/ ← specs geradas pelo analyst

    decisions/ ← log de decisões (DECIDE)

    metrics/ ← resultados de testes (MEASURE)

  src/ ← código implementado

  tests/ ← testes automatizados

Tudo versionado no Git. Cada decisão é rastreável.

"A pasta .bmad é o cérebro do projeto. É onde o orchestrator sabe o que já foi feito, o que falta, e o que foi decidido."

Quando BMAD vs abordagem simples?

BMAD (orquestrado)Simples (direto)
Tamanho+5 componentes, multi-arquivo1-3 arquivos, tarefa única
DuraçãoDias a semanasMinutos a horas
EquipeColaborativo, auditávelSolo, rápido
VerificaçãoAutomática (reviewer + QA)Manual ou básica
ExemploSaaS completo, API + frontendScript, refactor pontual

Não use bazuca para matar mosquito.

"BMAD é poderoso, mas tem overhead. Para um script de 50 linhas, é overkill. Regra prática: se vai levar mais de 1 dia, considere BMAD."
Prática Ciclo 1 — 20 min

Setup BMAD em projeto

1. Escolham um projeto real (ou usem o exemplo: "API de gestão de tarefas")

2. Criem a estrutura .bmad/ com roles, specs, decisions

3. Escrevam o CLAUDE.md com instruções de orchestrator

4. Peçam ao agente analyst para gerar a primeira spec

5. Observem: o agente seguiu a estrutura? A spec está clara?

Circular pela sala. Ajudar quem travar. O importante é sentir o FLUXO do BMAD, não terminar o projeto. Tempo: 20 min.

Debrief — Ciclo 1

BMAD: o que aprendemos

O orchestrator é o CLAUDE.md — ele define quem faz o que

Roles claros = agentes focados = melhor resultado

Specs na pasta .bmad/specs/ = contexto persistente

Funciona porque aplica Context Engineering (E2) em escala

Pedir 2-3 pessoas para compartilhar. "Quem conseguiu gerar uma spec? Como ficou?" Conectar com E2: BMAD é Context Engineering aplicado.
Ciclo 2

Spec Kit

+ Super Powers

Escreva a spec primeiro. Deixe os agentes implementar.

Transição para Ciclo 2. Tempo: min 55. "Se BMAD é o maestro, Spec Kit é a PARTITURA. Você escreve exatamente o que quer, e os agentes executam."

Spec-Driven Development

Não comece pelo código. Comece pela especificação. O agente implementa melhor quando sabe EXATAMENTE o que você quer.

Abordagem comum

"Crie uma API de tarefas"

Resultado: agente decide tudo, você não controla

Spec-driven

"Implemente conforme spec.md"

Resultado: agente segue SUA visão, você mantém controle

"A spec é o contrato entre você e o agente. Quanto melhor a spec, melhor a implementação. É VOCÊ quem decide a arquitetura, não o agente."

Anatomia de uma Spec

# spec.md

 

## Objetivo

  O que o sistema faz (1-2 frases)

 

## Arquitetura

  Stack, dependências, estrutura de pastas

 

## Endpoints / Features

  Lista detalhada com inputs, outputs, validações

 

## Regras de Negócio

  Restrições, permissões, edge cases

 

## Critérios de Aceitação

  Testes que DEVEM passar para considerar pronto

A spec é um documento vivo — atualiza conforme o projeto evolui.

"Cada seção da spec é contexto para o agente. Quanto mais específica, menos o agente 'inventa'. Critérios de aceitação são ESSENCIAIS: é como você sabe que tá pronto."

Capacidades Avançadas

Super Powers

Claude Code tem capacidades além do básico que turbina o spec-driven development.

Extended Thinking

Raciocínio profundo para decisões complexas de arquitetura

Multi-file Editing

Edita dezenas de arquivos em uma única operação coerente

Bash + Tools

Executa comandos, roda testes, instala deps automaticamente

"Super Powers são as capacidades que fazem Claude Code diferente de um chatbot. Ele NÃO só escreve código — ele EXECUTA, testa, e corrige."

Super Powers na prática

🧠

Think — "pense profundamente sobre isso"

Ativa extended thinking para problemas complexos. Use antes de decisões de arquitetura.

📝

TodoWrite — checklist interno

O agente cria e atualiza uma lista de tarefas. Mantém foco em projetos grandes.

🔍

Grep + Glob — busca inteligente

Busca padrões no codebase inteiro. Encontra onde mudar antes de mudar.

🚀

Agent tool — sub-agentes sob demanda

Lança sub-agentes para tarefas paralelas. Já vimos no E3!

"Essas ferramentas combinadas com uma boa spec fazem o agente 10x mais eficiente. O 'think' é especialmente poderoso: força o agente a raciocinar antes de agir."

Workflow: Spec Kit + Super Powers

1. Escrever

Spec completa

2. Think

Validar arquitetura

3. Implementar

Agente segue spec

4. Verificar

Testes + review

5. Iterar

Atualizar spec

O loop 3-4-5 repete até todos os critérios de aceitação passarem.

"O ponto chave: a SPEC é a fonte de verdade. Se o agente fez algo diferente da spec, o agente está errado, não a spec. Isso é controle."
Exercício Ciclo 2 — 20 min

Escreva uma spec, deixe o agente implementar

1. Escolham uma feature simples (ex: "endpoint que calcula IMC")

2. Escrevam uma spec.md com: Objetivo, Arquitetura, Endpoints, Regras, Critérios

3. Peçam ao Claude Code: "Implemente conforme spec.md. Use extended thinking antes de começar."

4. Verifiquem: o resultado atende os critérios de aceitação?

5. Se não atende, atualizem a spec (não o prompt!) e peçam de novo.

20 min. O insight principal: quando o resultado não é bom, melhore a SPEC, não o prompt avulso. A spec é reutilizável, o prompt não.

Debrief — Ciclo 2

Spec Kit: insight principal

A qualidade do output é proporcional à qualidade da spec.

Spec vaga = resultado vago.
Spec precisa = resultado preciso.
Spec com critérios = resultado verificável.

Spec Kit + BMAD = combo poderoso para projetos grandes.

Perguntar: "Quem percebeu que a spec fez diferença?" Conectar: "BMAD usa specs internamente. Spec Kit é o BMAD simplificado para quem trabalha solo."

Intervalo

20 minutos

Voltamos para Multi-Agent Patterns — a biblioteca de padrões para compor qualquer workflow.

Intervalo REAL de 20 minutos. Tempo: min 85-105. Garantir que todos saibam o horário de volta.
Ciclo 3

Multi-Agent Patterns

A biblioteca de padrões

Personas diferentes para tarefas diferentes. Composição para workflows reais.

Transição para Ciclo 3. Tempo: min 105. "Se BMAD é o framework formal e Spec Kit é o contrato, Multi-Agent Patterns é a CAIXA DE FERRAMENTAS. Vocês escolhem as peças que precisam."

Roo Code Modes: agentes com personalidade

Cada "mode" é um agente com system prompt, permissões e foco diferentes.

Code Mode

Foco: implementação. Permissão: editar arquivos, rodar comandos. Não discute — executa.

Architect Mode

Foco: design e planejamento. Permissão: só leitura. Analisa, não implementa.

Ask Mode

Foco: explicar e ensinar. Responde perguntas sobre o codebase sem modificar nada.

Custom Modes

Você cria o seu: reviewer, docs-writer, security-auditor, etc.

"Roo Code é outro IDE agêntico. O conceito de MODES é transferível: você pode replicar isso no Claude Code com skills e system prompts diferentes."

A ideia central: agent personas

Um agente "genérico" é medíocre em tudo.

Um agente com persona clara (role + restrições + foco) é excelente no que faz.

É o mesmo princípio do E1: Context Engineering.
Mas agora aplicado a múltiplos agentes simultaneamente.

Lembram do Curso 1? Role prompting funciona para agentes também!

"Tudo conecta. Role prompting do Curso 1, Context Engineering do E2, Agent Teams do E3. Agora estamos FORMALIZANDO esses padrões."

Pattern Library

4 Personas essenciais

🔎

Research Agent

Analisa código existente, busca padrões, documenta estado atual

🔨

Implementation Agent

Escreve código seguindo specs e padrões do projeto

🔍

Review Agent

Revisa código, encontra bugs, sugere melhorias, valida segurança

🚀

Deploy Agent

Configura CI/CD, roda testes finais, prepara release

Cada persona tem: system prompt + restrições + ferramentas permitidas

"Essas 4 personas cobrem 80% dos cenários. Vocês podem customizar e criar as suas. O padrão é: nome + foco + restrições + ferramentas."

Padrões de Composição

3 formas de organizar multi-agentes

Hub-and-Spoke

Um orchestrator central coordena todos os outros. Cada agente reporta ao hub.

Uso: BMAD, projetos grandes

Pipeline

Agentes em sequencia. Output de um é input do próximo. Sem retorno.

Uso: coder → reviewer → deploy

Colaborativo

Agentes trabalham em paralelo no mesmo contexto. Compartilham resultados.

Uso: pesquisa + implementação simultânea

"Na prática, vocês vão misturar esses padrões. Pipeline de coder-reviewer DENTRO de um hub-and-spoke BMAD. Composição é a chave."

Exemplo: Pipeline completo

🔎

Research

"Analise o codebase e documente padrões"

🔨

Implement

"Implemente feature seguindo padrões"

🔍

Review

"Revise contra critérios de qualidade"

🚀

Deploy

"Rode testes e prepare release"

Cada seta é um handoff: o output de um agente alimenta o próximo.

No Claude Code: use agent tool para lançar cada etapa como sub-agente.

"Esse pipeline pode rodar em 5 minutos o que um dev levaria 2 horas. E a verificação automática garante qualidade."

Quality Assurance

Teste Monte Carlo para Agentes

Em sistemas agênticos, confiabilidade importa mais que qualidade de uma única execução.

O Método

1. Execute a mesma tarefa do agente 10 vezes

2. Avalie cada output contra criterios definidos

3. Meça a consistência dos resultados

4. Se taxa de sucesso < 80% → o prompt/contexto precisa melhorar

Integre na fase "Measure" do BMAD como quality gate sistemático.

Prompt bom = resultado consistente. Se varia muito, o problema está no prompt, não no modelo.

3 min. Conceito poderoso: não basta funcionar 1 vez, precisa funcionar de forma consistente. Analogia: um restaurante bom é bom TODA vez, não só quando o chef está inspirado. Usar isso como quality gate antes de considerar uma tarefa "pronta" no BMAD.

Componha para seu workflow

Não existe "o" padrão certo. Existe o padrão certo para você.

Projeto solo, rápido? → Spec Kit + pipeline simples (coder → reviewer)

Projeto grande, multi-componente? → BMAD + hub-and-spoke + specs por módulo

Pesquisa + implementação? → Colaborativo (research + coder em paralelo)

Manutenção contínua? → Custom modes (Roo Code style) para tarefas recorrentes

"A maturidade agêntica é quando vocês param de copiar receitas e começam a COMPOR padrões para o seu contexto. Isso é Nível 4."
Exercício Ciclo 3 — 25 min

Design de sistema multi-agente

1. Escolham um projeto REAL do trabalho de vocês

2. Listem as personas necessárias (mínimo 3)

3. Definam o padrão de composição (hub-spoke, pipeline, ou colaborativo)

4. Escrevam o system prompt de CADA persona (2-3 frases)

5. Implementem pelo menos 1 etapa usando agent tool no Claude Code

25 min. Este é o exercício mais ambicioso do encontro. Circular e ajudar. Se alguém travar na escolha do projeto, sugerir: "monitor de documentos", "gerador de relatórios", "pipeline de onboarding".

Comparação

Qual framework para qual cenário?

BMADSpec KitMulti-Agent
ComplexidadeAlta (full framework)Média (spec + agente)Variável (compose)
Melhor paraProjetos enterpriseFeatures isoladasWorkflows custom
Setup30-60 min10-15 min5-30 min
RastreabilidadeTotal (decisions/)Via spec.mdVia logs
CurvaIngremeModeradaDepende

Na prática: comece com Spec Kit, escale para BMAD quando precisar.

"Regra do polegar: Spec Kit para 80% dos projetos, BMAD para os 20% mais complexos, Multi-Agent patterns dentro de ambos."
Atividade Final — 15 min

Recap em Duplas

1. Formem duplas

2. Cada pessoa explica: qual framework usaria no SEU próximo projeto e por quê?

3. Discutam: em que situação os OUTROS frameworks seriam melhores?

4. Compartilhem 1 insight que o colega trouxe

15 min. Circular e ouvir. Nos últimos 5 min, pedir 2-3 duplas para compartilhar com a turma. Tempo: min 135-150.

Qual framework para qual cenário?

1

Seu chefe pede um sistema novo com 10 telas e API. Qual framework?

2

Você precisa refatorar UMA função crítica com testes. Qual abordagem?

3

Você quer um agente que monitore processos e gere alertas diários. Como compor?

Projetar as perguntas. Respostas sugeridas: 1=BMAD, 2=Spec Kit simples, 3=Multi-agent (research+alert em pipeline). Mas aceitar outras respostas com boa justificativa.

Fechamento

O que levar do Encontro 4

BMAD — orquestração formal para projetos complexos

Spec Kit — escreva a spec primeiro, o agente implementa depois

Super Powers — think, tools, multi-file editing amplificam tudo

Multi-Agent — personas + composição = workflows sob medida

Frameworks são padrões, não regras. Adapte ao seu contexto.

Recap rápido. Enfatizar: "O melhor framework é o que vocês USAM. Comecem simples com Spec Kit e evoluam."

Próximo Encontro

Encontro 5:
MCP e Integrações Externas

Hoje aprenderam a organizar agentes. Na próxima vez, vamos conectá-los ao mundo real: bancos de dados, Notion, browsers.

Tarefa: Escolham um projeto e criem a estrutura de pastas com CLAUDE.md + spec.md.
Testem pelo menos 1 framework (BMAD ou Spec Kit) em algo real.

Dar a tarefa. Criar expectativa para E5: MCP servers, Supabase, Notion, Playwright. "Vocês vão sair do terminal e conectar agentes ao mundo."

Até o próximo
encontro!

Curso 3: Desenvolvimento Agêntico

Rodrigo Pinto

Método Tempo para o que Importa

Encerrar no horário. Agradecer a participação. Lembrar da tarefa de casa: criar spec.md para um projeto real.
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